Morte suspeita do Presidente Hugo Chávez

 

 

 

 

 

 

 

 

Em todo o universo daqueles que possuem e dirigem a "United States, Inc." não havia ninguém que mais desejassem ver morto do que Hugo Chávez. Ele era pior do Allende. Pior do que Fidel Castro. Pior do que qualquer líder mundial fora do campo americano porque falava claro e em termos vigorosos acerca do imperialismo estado-unidense e da sua crueldade. Reiteradamente. Constantemente. Dizendo coisas que se supõe que chefes de estado não digam. Nas Nações Unidas, num nível chocantemente pessoal, acerca de George W. Bush. Por toda a América Latina, pois ele organizou a região em blocos anti Império.

Os leitores habituais destes relatórios sabem que não costumo ter reacções imediatas de teórico da conspiração. Mas quando alguém como Chávez morre numa idade tão jovem como 58 anos tenho de indagar acerca das circunstâncias. Cancro persistente, infecções respiratórias intratáveis, ataques de coração maciços, um após o outro... É bem sabido que durante a Guerra Fria a CIA trabalhou com afinco para desenvolver substâncias que podiam matar sem deixar qualquer rastro. Gostaria de ver o governo venezuelano seguir todas as pistas de investigação uma vez realizada a autópsia.

Em Dezembro de 2011, já sob tratamento do cancro, Chávez perguntou em voz alta: "Seria tão estranho que eles tenham inventado a tecnologia para disseminar o cancro e nós não soubéssemos acerca disso durante 50 anos?" O presidente venezuelano estava a falar um dia depois de a presidente progressista da Argentina, Cristina Fernández de Kirchner, ter anunciado que lhe fora diagnosticado cancro na tiróide. Este aconteceu depois de três outros eminentes líderes progressistas latino-americanos terem sido diagnosticados com cancro: a presidente do Brasil, Dilma Roussef, Fernando Lugo do Paraguai e o antigo líder brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva.

"Evo tome cuidado consigo. Correa, seja cuidadoso. Nós simplesmente não sabemos", disse Chávez referindo-se ao presidente da Bolívia, Evo Morales, e a Rafael Corre, o presidente do Equador, ambos líderes progressistas.

Chávez disse que recebera palavras de advertência de Fidel Castro, ele próprio alvo de centenas de fracassadas e muitas vezes bizarras tramas de assassinato da CIA. "Fidel sempre me dizia: Chávez tome cuidado. Esta gente desenvolveu tecnologia. Vocês são muito descuidados. Tome cuidado com o que come, com o que lhe dão para comer... uma pequena agulha e injetam-no com não sei o que". [1]

Quando o vice-presidente Nicolas Maduro sugeriu o possível envolvimento americano na morte de Chávez, o Departamento de Estado dos EUA considerou a alegação absurda. [2]

Várias organizações progressistas dos EUA apresentaram sob a Freedom of Information Act (Lei de Liberdade de Informação) requerimento à CIA, a perguntar de "qualquer informação respeitante a planos para envenenar ou assassinar de qualquer outra forma o Presidente da Venezuela, Hugo Chávez, que acabou de morrer".

Pessoalmente acredito que Hugo Chávez foi assassinado pelos Estados Unidos. Se esta doença e morte NÃO fossem induzidas, a CIA – que tentou assassinar mais de 50 líderes estrangeiros, muitos com êxito [3] – não estava a fazer a sua tarefa.

Quando Fidel Castro ficou doente vários anos atrás, os media de referência americanos implacavelmente conjecturavam sobre se o sistema socialista cubano poderia sobreviver à sua morte. A mesma especulação existe agora em relação à Venezuela. A mente ianque não pode acreditar que grandes massas de povo possam virar as costas ao capitalismo quando lhes é mostrada uma boa alternativa. Isso só poderia ser o resultado da manipulação do público por um ditador, repousando tudo sobre um homem cuja morte marcaria o fim do processo.

 

Fonte: The Guardian (London), December 29, 201

Chávez deixa imagem de "pai dos pobres" até nos EUA


No país, o líder venezuelano era reconhecido pelo incetivo aos programas de ajuda aos mais pobres através de doações de óleo diesel


REUTERS/Jorge Silva
Neste caso, Chávez contava com a colaboração de Joe Patrick Kennedy II, filho do carismático Robert F. Kennedy e principal articulador da organização Citizens Energy Corporation (CEC), que desenvolvia um programa de doação de óleo diesel para ser usado na calefação de centenas de famílias e abrigos em todo o país.

Desde 2005, através da companhia petrolífera Citgo e de Joe Kennedy - que fundou a CEC em 1979 para fornecer calefação barata às famílias da gélida região da Nova Inglaterra -, cerca de 2 milhões de americanos, em mais de 25 estados, receberam 860 milhões de litros de óleo diesel por um valor de US$ 465 milhões.

Em declarações à Agência Efe, Kennedy assegurou que Chávez "se preocupou profundamente com a falta das necessidades básicas entre os menos favorecidos na Venezuela e em outros países no mundo. Era como um pai dos pobres".

"Graças à liderança do presidente Chávez, cerca de 2 milhões de pessoas nos EUA receberam assistência gratuita de calefação. Nossas rezas se somam a do povo venezuelano, a de sua família e a de todos os que receberam o calor de sua generosidade", afirmou Kennedy.

A Citgo, que é 100% da estatal venezuelana PDVSA desde 1990, articula esse auxilio através de seus vários programas de ajudas sociais, que, inclusive, não deixam nem os EUA de fora.

Fernando Garay, porta-voz da Citgo, indicou à Agência Efe que Chávez "deixa um grande legado de ajuda aos menos privilegiados e de promoção da justiça social, valores que ultrapassam fronteiras".

Esse pessoal querem governar o Brasil novamente.

 

 

 

Remédio salva vida de paciente, mas custa US$ 52 mil ao mês

Regina e Dudu aparecem ao lado do deputado federal Romário em evento em Brasília para conscientizar sobre as doenças raras Foto: Divulgação

 


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 Porque não convém maltratar a mão que nos alimenta.

 

Porque não convém maltratar a mão que nos alimenta.

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Essas operações eram feitas na America do Sul durante o período das Ditaduras Militar.

STF dá ganho aos professores no julgamento sobre piso salarial 


O Supremo Tribunal Federal (STF) julgou esta semana o recurso apresentados por quatro estados - Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul e Ceará - contra a decisão da Corte na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) que considerou constitucional o piso nacional dos professores da rede pública de ensino. A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) comemorou a decisão e anunciou uma paralisação nacional em abril para exigir o cumprimento da Lei do Piso.


A maioria dos ministros declarou que o pagamento do piso nos termos estabelecidos pela lei - sem incorporar qualquer tipo de gratificação ou abono -, aprovada em 2008, passou a valer em 27 de abril de 2011, data do julgamento definitivo sobre a norma pelo STF.

Neta sexta-feira (1º), o senador Romero Jucá (PMDB-RR) registrou em discurso no Plenário a decisão do Supremo que mantém o piso salarial dos professores em todo o território nacional de acordo com a lei aprovada em 2008. Jucá disse estranhar que os senadores, em seus discursos, não tenham citado essa decisão que beneficia os professores. 

Ele atribui a pouca repercussão da notícia sobre o piso dos professores ao fato do STF ter derrubado a liminar que exigia análise dos vetos presidenciais por ordem cronológica em julgamento também esta semana. Na avaliação do senador, a manutenção do piso dos professores, que “passou quase despercebida”, é importante para melhorar a qualidade da educação.

No recurso, os estados pediam aumento do prazo de cumprimento da medida. E queriam que fossem concedidos mais 18 meses a partir da publicação do acórdão. Os estados alegaram temer o desequilíbrio nas finanças públicas locais, uma vez que a declaração de constitucionalidade teria surpreendido os entes federados.

Na liminar deferida parcialmente pela Corte em dezembro de 2008, o Supremo estabeleceu interpretação de que, até o julgamento final da ação, a referência do piso salarial seria a remuneração, e estabeleceu que o cálculo das obrigações relativas ao piso salarial se daria a partir de 1º de janeiro de 2009. 

Já na discussão quanto ao mérito, em abril de 2011, o STF declarou a constitucionalidade da lei, considerando como piso nacional o valor referente a vencimento básico para os professores da educação básica da rede pública. Na sessão desta quarta-feira (27), no julgamento dos embargos, foi esclarecido o marco para se considerar a validade da decisão final.

Leia a nota da CNTE sobre a decisão do STF.

Dez fatos chocantes sobre os Estados Unidos




Lá está a maior população prisional do mundo: um em cada 100 estadunidenses está na cadeia; a maior quantidade de armas; não há apoio à maternidade; as prisões são fonte de trabalho escravo; o custo da universidade é escorchante; e as pessoas acreditam mais no diabo do que na teoria de Darwin



1. Maior população prisional do mundo

Elevando-se desde os anos 80, a surreal taxa de encarceramento dos EUA é um negócio e um instrumento de controle social: à medida que o negócio das prisões privadas alastra-se como uma gangrena, uma nova categoria de milionários consolida seu poder político. Os donos destas carcerárias são também, na prática, donos de escravos, que trabalham nas fábricas do interior das prisões por salários inferiores a 50 centavos por hora. É um trabalho escravo é tão competitivo que muitos municípios hoje sobrevivem financeiramente graças às suas próprias prisões. E aprovam simultaneamente leis que vulgarizam sentenças de até 15 anos de prisão por crimes menores como roubar chicletes. O alvo destas leis draconianas são os mais pobres, mas, sobretudo, os negros, que representando apenas 13% da população norte-americana, formam 40% da população prisional do país.

2. 22% das crianças americanas vive abaixo da linha da pobreza
Calcula-se que cerca de 16 milhões de crianças norte-americanas vivam sem “segurança alimentar”, ou seja, em famílias sem capacidade econômica para satisfazer os requisitos nutricionais mínimos de uma dieta saudável. As estatísticas provam que estas crianças têm piores resultados escolares, aceitam piores empregos, não vão à universidade e têm uma maior probabilidade de, quando adultos, serem presos.

3. Entre 1890 e 2012, os EUA invadiram ou bombardearam 149 países
O número de países nos quais os EUA intervieram militarmente é maior do que aqueles em que ainda não o fizeram. Um balanço conservador calcula que mais de oito milhões de mortes foram causadas pelo país só no século 20. Sem contar com centenas de outras operações secretas, golpes de Estado e patrocínio de ditadores e grupos terroristas. Segundo Obama, que recebeu o Nobel da Paz, os EUA conduzem atualmente mais de 70 operações militares secretas em vários países. Ele também criou o maior orçamento militar norte-americano desde a Segunda Guerra Mundial, superando de longe George W. Bush.

4. Os EUA são o único país da OCDE que não oferece qualquer tipo de subsídio de maternidade

Embora estes números variem de acordo com o Estado e dependam dos contratos redigidos por cada empresa, é prática corrente que as mulheres norte-americanas não tenham direito a nenhum dia pago antes ou depois de dar à luz. Em muitos casos, não existe sequer a possibilidade de licença sem vencimento. Quase todos os países do mundo oferecem entre 12 e 50 semanas pagas em licença maternidade. Neste aspecto, os Estados Unidos fazem companhia à Papua Nova Guiné e à Suazilândia.

5. 125 norte-americanos morrem todos os dias por não poderem pagar qualquer tipo de plano de saúde

Quem não tiver seguro de saúde (como 50 milhões de norte-americanos) tem boas razões para temer ainda mais a ambulância e os cuidados de saúde oferecidos pelo governo. Viagens de ambulância custam em média o equivalente a 1.300 reais e a estadia num hospital público mais de 500 reais por noite. Para a maioria das operações cirúrgicas (que chegam à casa das dezenas de milhar), é bom que possa pagar um seguro de saúde privado. 

6. Os EUA foram fundados sobre o genocídio de 10 milhões de nativosSó entre 1940 e 1980, 40% de todas as mulheres em reservas índias foram esterilizadas contra sua vontade pelo governo norte-americano. Esqueçam a história do Dia de Ação de Graças com índios e colonos partilhando placidamente o mesmo peru em torno de uma mesa. A História dos Estados Unidos começa no programa de erradicação dos índios. Tendo em conta as restrições atuais à imigração ilegal, ninguém diria que os fundadores deste país foram eles mesmos imigrantes ilegais, que vieram sem o consentimento dos que já viviam na América. Durante dois séculos, os índios foram perseguidos e assassinados, despojados de tudo e empurrados para minúsculas reservas de terras inférteis, em lixeiras nucleares e sobre solos contaminados. Em pleno século 20, os EUA iniciaram um plano de esterilização forçada de mulheres índias, pedindo-lhes para colocar uma cruz num formulário escrito em idioma que não compreendiam, ameaçando-as com o corte de subsídios caso não consentissem ou, simplesmente, recusando-lhes acesso a maternidades e hospitais. 

7. Todos os imigrantes são obrigados a jurar não ser comunistas para poder viver nos EUAAlém de ter que jurar não ser um agente secreto nem um criminoso de guerra nazi, vão lhe perguntar se é, ou alguma vez foi membro do Partido Comunista, se tem simpatias anarquistas ou se defende intelectualmente alguma organização considerada terrorista. Se responder que sim a qualquer destas perguntas, será automaticamente negado o direito de viver e trabalhar nos EUA por “prova de fraco caráter moral”.

8. O preço médio de uma licenciatura numa universidade pública é 80 mil dólaresO ensino superior é uma autêntica de ouro para os banqueiros. Virtualmente, todos os estudantes têm dívidas astronômicas, que, somadas aos juros, levarão, em média, 15 anos para pagar. Durante esse período, os alunos tornam-se servos dos bancos e das suas dívidas, sendo muitas vezes forçados a contrair novos empréstimos para pagar os antigos e assim sobreviver. Entre 1999 e 2012, a dívida total dos estudantes norte-americanos cresceu à marca dos 1,5 trilhões de dólares, elevando-se assustadores 500%.

9. Os EUA são o país do mundo com mais armas: para cada dez norte-americanos, há nove armas de fogoNão é de se espantar que os EUA levem o primeiro lugar na lista dos países com a maior coleção de armas. O que surpreende é a comparação com outras partes do mundo: no restante do planeta, há uma arma para cada dez pessoas. Nos Estados Unidos, nove para cada dez. Lá residem 5% de todas as pessoas do mundo e elas são donas de 30% de todas as armas, algo em torno de 275 milhões.

10. Há mais norte-americanos que acreditam no Diabo do que os que acreditam em DarwinA maioria dos norte-americanos são céticos. Pelo menos no que respeita à teoria da evolução, já que apenas 40% dos norte-americanos acreditam nela. Já mais de 60% acreditam na existência de Satanás e do inferno. Foi neste contexto que o ex-pré-candidato republicano Rick Santorum acusou acadêmicos norte-americanos de serem controlados por Satã.

Com dados de Opera Mundi (a partir do portal galego Diário Liberdade

Blog do George


         Quanto vale um deputado?



Observe o quadro.

Em letras pequenas está estampado que o salário de um deputado equivale ao de 144 professores. 

É claro que deve envolver aí a verba total que um parlamentar recebe.

Mas nem por isso deixa de ser obsceno.

Que tal se fosse o contrario?

Blog do George.

Soam as trombetas para nós, os idiotas




“O Tribunal Penal Internacional condenou a 14 anos de prisão o líder de um dos exércitos opositores da República Democrática do Congo, Thomas Lubanga Dyilo”.

Mas só ele?

Um pé de Chinelo?


E Bush?


E Blair?

E Ângela Merkel?

E Obama?

E os dirigentes de Israel?

Todos os dirigentes de Israel, sim!

Invadiram países, ocuparam, saquearam e fica por isso mesmo?

Quem são esses chocarreiros do Tribunal Penal Internacional que não se manifestam contra esses criminosos?

Estão esperando o que?

Eles acham que somos idiotas?

Punem um reles criminoso e mandam a mídia soar as trombetas?

 Pensam que a humanidade não tem memória?

Perguntem aos assassinados, estuprados e torturados do Afeganistão, Líbia, Iraque e Palestina.

São truões esses bufões, que de justiça nada entendem.

Ou entendem muito bem e estão garantindo uma aposentadoria dourada.

Doloroso mesmo, é companheiros de esquerda exultando com essa condenação e esquecendo o principal.

É lamentável!

É lamentável  e cruel! 

Blog do George.

Quem Pagou a Conta: A CIA na Guerra Fria da Cultura

Nunca engoli essa história de Fernando Henrique exilado. Não me passava pela cabeça que um filho de um graduado militar do exército (General) viesse a ser exilado. Exilado para o Chile, onde outra ditadura militar governava? Porque não teve o destino dos outros exilados, tal como: Cuba, União Soviética etc? Isto sempre me cheirou mal. Hoje tenho absoluta convicção que ele sempre esteve a serviço de interesses outros que não os do Brasil. Vou providenciar a compra imediata desse livro, com certeza.


É SEMPRE BOM LEMBRAR O QUE FEZ O FHC NA PRESIDÊNCIA!!!

FHC enterrou o sonho de todo brasileiro da minha geração. O "maior estadista do mundo" foi apenas, e tão somente, leiloeiro do Brasil no pós guerra fria, o cara que entregou o controle de nossa economia ao Império Anglo-saxão.

DEVEMOS LER ESTE LIVRO!!!

OBRA DE UMA PESQUISADORA INGLESA

Abaixo, informe do jornal Correio do Brasil sobre um livro recém editado por uma pesquisadora inglesa que abre algumas caixas pretas das ligações entre o alto tucanato e a CIA.

LIVRO BOMBA ACUSA FHC DE RECEBER MILHÕES DE DÓLARES DA CIA !

Mal chegou às livrarias e "Quem pagou a conta? A CIA na guerra fria da cultura" já se transformou na gazua que os adversários dos tucanos e neoliberais de todos os matizes mais desejavam. Em mensagens distribuída, neste domingo, pela internet, já é possível perceber o ambiente de enfrentamento que precede as eleições deste ano. A obra da pesquisadora inglesa Frances Stonor Saunders (editada no Brasil pela Record, tradução de Vera Ribeiro), ao mesmo tempo em que pergunta, responde: Quem "pagava a conta" era a CIA, a mesma fonte que financiou os US$ 145 mil iniciais para a tentativa de dominação cultural e ideológica do Brasil, assim como os milhões de dólares que os procederam, todos entregues pela Fundação Ford a Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente do país no período de 1994 a 2002.
O comentário sobre o livro consta na coluna do jornalista Sebastião Nery, na edição deste sábado do diário carioca Tribuna da Imprensa.
"Não dá para resumir em uma coluna de jornal um livro que é um terremoto. São 550 páginas documentadas, minuciosa e magistralmente escritas: "Consistente e fascinante" (The Washington Post). "Um livro que é uma martelada, e que estabelece em definitivo a verdade sobre as atividades da CIA" (Spectator). "Uma história crucial sobre as energias comprometedoras e sobre a manipulação de toda uma era muito recente" (The Times).

DINHEIRO DA CIA PARA FHC

"Numa noite de inverno do ano de 1969, nos escritórios da Fundação Ford, no Rio, Fernando Henrique teve uma conversa com Peter Bell, o representante da Fundação Ford no Brasil. Peter Bell se entusiasma e lhe oferece uma ajuda financeira de 145 mil dólares. Nasce o Cebrap". Esta história, assim aparentemente inocente, era a ponta de um iceberg. Está contada na página 154 do livro "Fernando Henrique Cardoso, o Brasil do possível", da jornalista francesa Brigitte Hersant Leoni (Editora Nova Fronteira, Rio, 1997, tradução de Dora Rocha). O "inverno do ano de 1969" era fevereiro de 69.

FUNDAÇÃO FORD

Há menos de 60 dias, em 13 de dezembro, a ditadura havia lançado o AI-5 e jogado o País no máximo do terror do golpe de 64, desde o início financiado, comandado e sustentado pelos Estados Unidos. Centenas de novas cassações e suspensões de direitos políticos estavam sendo assinadas. As prisões, lotadas. Até Juscelino e Lacerda tinham sido presos. E Fernando Henrique recebia da poderosa e notória Fundação Ford uma primeira parcela de 145 mil dólares para fundar o Cebrap (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento). O total do financiamento nunca foi revelado. Na Universidade de São Paulo, sabia-se e se dizia que o compromisso final dos americanos era de 800 mil a um milhão de dólares.

AGENTE DA CIA

Os americanos não estavam jogando dinheiro pela janela. Fernando Henrique já tinha serviços prestados. Eles sabiam em quem estavam aplicando sua grana. Com o economista chileno Faletto, Fernando Henrique havia acabado de lançar o livro "Dependência e desenvolvimento na América Latina", em que os dois defendiam a tese de que países em desenvolvimento ou mais atrasados poderiam desenvolver-se mantendo-se dependentes de outros países mais ricos. Como os Estados Unidos. Montado na cobertura e no dinheiro dos gringos, Fernando Henrique logo se tornou uma "personalidade internacional" e passou a dar "aulas" e fazer "conferências" em universidades norte-americanas e européias. Era "um homem da Fundação Ford". E o que era a Fundação Ford? Uma agente da CIA, um dos braços da CIA, o serviço secreto dos EUA.

MILHÕES DE DÓLARES

1 - "A Fundação Farfield era uma fundação da CIA... As fundações autênticas, como a Ford, a Rockfeller, a Carnegie, eram consideradas o tipo melhor e mais plausível de disfarce para os financiamentos... permitiu que a CIA financiasse um leque aparentemente ilimitado de programas secretos de ação que afetavam grupos de jovens, sindicatos de trabalhadores, universidades, editoras e outras instituições privadas" (pág. 153).

2 - "O uso de fundações filantrópicas era a maneira mais conveniente de transferir grandes somas para projetos da CIA, sem alertar para sua origem. Em meados da década de 50, a intromissão no campo das fundações foi maciça..." (pág. 152). "A CIA e a Fundação Ford, entre outras agências, haviam montado e financiado um aparelho de intelectuais escolhidos por sua postura correta na guerra fria" (pág. 443).

3 - "A liberdade cultural não foi barata. A CIA bombeou dezenas de milhões de dólares... Ela funcionava, na verdade, como o ministério da Cultura dos Estados Unidos... com a organização sistemática de uma rede de grupos ou amigos, que trabalhavam de mãos dadas com a CIA, para proporcionar o financiamento de seus programas secretos" (pág. 147).

FHC FACINHO

4 - "Não conseguíamos gastar tudo. Lembro-me de ter encontrado o tesoureiro. Santo Deus, disse eu, como podemos gastar isso? Não havia limites, ninguém tinha que prestar contas. Era impressionante" (pág. 123).

5 - "Surgiu uma profusão de sucursais, não apenas na Europa (havia escritorios na Alemanha Ocidental, na Grã-Bretanha, na Suécia, na Dinamarca e na Islândia), mas também noutras regiões: no Japão, na Índia, na Argentina, no Chile, na Austrália, no Líbano, no México, no Peru, no Uruguai, na Colômbia, no Paquistão e no Brasil" (pág. 119).

6 - "A ajuda financeira teria de ser complementada por um programa concentrado de guerra cultural, numa das mais ambiciosas operações secretas da guerra fria: conquistar a intelectualidade ocidental para a proposta norte-americana" (pág. 45). Fernando Henrique foi facinho.

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João Claúdio Platenik Pitillo
From: ivanproenca@gmail.com
REDE PÚBLICA do MORENA - Círculos Bolivarianos

Venezuela, salário mínimo e mentiras – Carta Maior – Beto Almeida

 

A partir deste 1º de maio a Venezuela terá o mais alto salário mínimo de toda a América Latina. Será equivalente a 1310 reais, contando com o ticket alimentação, obrigatório. Lá pagam-se, obrigatoriamente, 15 salários anuais. Assim, na média, o ganho mensal do trabalhador que recebe salário mínimo passa a ser de 1637 reais.

Beto Almeida

A partir deste Primeiro de Maio a Venezuela terá o mais alto salário mínimo de toda a América Latina. Será equivalente a 1310 reais, contando com o ticket alimentação, obrigatório. Lá pagam-se, obrigatoriamente 15 salários anuais – o famoso “aguinaldo” -, assim, na média, o ganho mensal do trabalhador que recebe salário mínimo passa a ser de 1637 reais. O aumento beneficiará a 4 milhões de venezuelanos, incluindo cerca de 2 milhões de aposentados e pensionistas.

 

O aumento do mínimo terá impacto político importantíssimo na guerra que o imperialismo e a oligarquia venezuelana travam, sem cessar, contra Chávez. Apresentam a Venezuela como um país caótico, desordenado. Agora, agregam à guerra ideológica permanente uma overdose de veneno para explorar a doença de Chávez.

 

Até setores progressistas, distraídos, impressionam-se ante este dilúvio de mentiras e repetem que Chávez impediu o surgimento de novas lideranças ou que não resolveu o caos do abastecimento. Na realidade, a Revolução Bolivariana promove intensamente o florescimento de milhares e milhares de novas lideranças, estimula a politização das massas.

 

Segmentos antes avessos à política hoje andam com a Constituição no bolso, conscientes de seus direitos. A nova Lei do Trabalho vai formalizar conquistas quando na Europa se destrói o Estado do Bem-Estar Social. Foi ampliada a comunicação pública e estimulada a leitura de jornais e livros, com distribuição gratuita e pesquisas apontam a Venezuela como o terceiro país em que mais se lê na América Latina. E sem analfabetismo.

 

O uso da TV por Chávez é uma verdadeira escola de quadros a céu aberto estimulando o povo a pensar em política, ideologia, economia, história e cultura. Estimula, também, um controle popular para enfrentar a sabotagem ao abastecimento – a burguesia esconde toneladas de alimentos – já há filmes denunciando esta crime, também combatido com a criação de mercados estatais que vendem produtos a preços 70 % mais baixos.

 

Chávez enfrenta o câncer e a Revolução Bolivariana consolida-se para enfrentar os desafios que toda revolução enfrenta.

 

 

 

MPPB recomenda anulação de concursos públicos elaborados pela Metta; confira cidades

05/07/2012 | 17h33min

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Ministério Público da Paraíba (MPPB) recomendou a anulação dos concursos públicos que tenham sido organizados pela Metta Concursos & Consultoria Ltda., onde os candidatos ainda não foram nomeados e empossados. De acordo com o portal www.mettaconcursos.com.br, a empresa realizou 44 concursos no estado da Paraíba, sendo que 20 estão em andamento e 24 já finalizados.

Nos casos em que já houve a nomeação e posse dos aprovados, o Centro de Apoio Operacional às Promotorias do Patrimônio Público (Caop do Patrimônio Público) vai orientar os promotores de Justiça a investigarem e ajuizarem ações civis públicas para anular o concurso, o que implicará na destituição dos aprovados que ingressaram no serviço público ilegitimamente.

As recomendações são um desdobramento da 'Operação Gabarito', que desarticulou, no dia 18 de junho, um esquema criminoso de fraude em concursos públicos, no município de Caldas Brandão (a 60 quilômetros de João Pessoa), envolvendo servidores da prefeitura e a empresa Metta.

Os concursos estão em andamento nas seguintes cidades paraibanas: Emas, Manaíra, Santa Cecília, São José dos Ramos, Nova Floresta, Pocinhos, Santo André, Serra da Raiz, Duas Estradas, Itapororoca, Dona Inês, Caldas Brandão, Princesa Isabel, Mataraca (na prefeitura), Santa Luzia, Nova Olinda, Conceição, Pombal, Caiçara e Mataraca (na câmara municipal).

Segundo o promotor de Justiça que coordena o Caop do Patrimônio Público, José Raldeck de Oliveira, a empresa vem sendo apontada como mentora e beneficiária de uma rede de corrupção destinada a fraudar concursos públicos. As informações do promotor de Justiça foram repassadas na tarde desta quinta-feira (5), durante entrevista coletiva, que contou também com a participação do procurador-geral de Justiça, Oswaldo Trigueiro do Valle Filho.

Além de Caldas Brandão, o Ministério Público também constatou o esquema criminoso em Serra Talhada (em Pernambuco) e em Martins (no Rio Grande do Norte). “Esses esquemas vêm revelando a promiscuidade da Metta com prefeituras e Câmaras municipais, cujos agentes políticos agem em favor de parentes e apadrinhados políticos. Golpes dessa natureza constituem verdadeira oficialização do conhecido 'cabide de emprego'”, criticou Raldeck.

Os candidatos que não foram aprovados nos concursos elaborados pela Metta serão instados a se manifestar para informar possíveis fraudes e colaborar com as investigações do MPPB. Já os servidores nomeados e empossados nos certames organizados pela empresa serão citados para responder a ação civil pública e terão o direito aos princípios constitucionais da ampla defesa e do contraditório garantidos. “Será analisado caso a caso e caberá à Justiça decidir se eles permanecerão ou não no exercício dos cargos”, explicou o promotor de Justiça.

Recomendação

De acordo com a recomendação ministerial, os prefeitos e presidentes das Câmaras Municipais de Vereadores onde a Metta foi contratada e onde os concursos estão em andamento deverão adotar todas as medidas administrativas necessárias para promover, através de decreto municipal, a anulação do procedimento licitatório e do contrato celebrado com a empresa.

Eles também deverão tomar todas as medidas administrativas e judiciais (se for o caso) para devolver aos candidatos o dinheiro arrecadado com as inscrições e promover, no prazo de 30 dias, a abertura de nova licitação para contratar empresa que irá elaborar novo concurso público para o provimento de todos os cargos efetivos criados por lei municipal.

Ao MPPB também deverão ser encaminhados, no prazo de 15 dias, documentos referentes ao procedimento licitatório, dispensa e inexigibilidade em que a Metta participou, acompanhado do contrato administrativo formalizado com a empresa e de cópia legível de todas as notas de empenho e documentos relacionados ao assunto.

Os prefeitos e presidentes das Câmaras de Vereadores que não atenderem à recomendação poderão ser réus em ações de improbidade administrativa e ações criminais impetradas pelo MPPB.

Cidades abrangidas

A recomendação ministerial elaborada pelo Caop do Patrimônio Público será enviada a 27 promotorias de Justiça, que abrangem as cidades em que a Metta venceu licitação e organizou concurso público.

Essas promotorias estão sediadas nos municípios de Araçagi, Belém, Brejo do Cruz, Caiçara, Conceição, Cuité, Guarabira, Gurinhém, Itabaiana, Juazeirinho, Mamanguape, Monteiro, Patos, Piancó, Picuí, Pilar, Pilões, Pirpirituba, Pocinhos, Pombal, Princesa Isabel, Santa Luzia, Santana dos Garrotes, São Bento, Sapé, Soledade e Umbuzeiro.

De acordo com o Tribunal de Contas do Estado (TCE), a Metta Consultoria & Concursos participou, entre junho de 2009 e fevereiro deste ano, de 86 licitações promovidas por 62 municípios paraibanos para a realização de concursos públicos. Em 40 procedimentos licitatórios, a Metta foi a vencedora e recebeu cerca de R$ 2,8 milhões dos cofres públicos.

Operação Gabarito

Em Caldas Brandão, as investigações feitas pelo Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco/MPPB) constataram a ocorrência de irregularidades na licitação vencida pela empresa Metta e fraudes ocorridas na operacionalização do concurso público, através de acordos ilícitos para o ingresso de pessoas no serviço público por meio de pagamento de propina e da concessão de favores. O esquema era comandado pelos sócios da empresa.

Para garantir que pessoas indicadas por integrantes dos poderes Executivo e Legislativo fossem aprovadas no concurso (a fraude era feita com o recebimento prévio da assinatura e da impressão digital dos “apadrinhados” em gabaritos adulterados com respostas preenchidas posteriormente pela própria empresa), o processo de licitação era burlado para que, ao final, houvesse a escolha e a contratação da empresa Metta.

No dia 18 de junho, seis mandados de busca e apreensão e quatro mandados de prisão temporária contra o dono da empresa Metta Concursos e Consultoria Ltda., contra o presidente e os membros da Comissão Permanente de Licitação da Prefeitura de Caldas Brandão foram cumpridos.

Eles são acusados de cometer crimes de frustração do caráter competitivo, formação de quadrilha, falsidade ideológica e corrupção ativa e passiva. A pena para esses crimes chega a 21 anos de prisão.

Cruzamento de listas

O Ministério Público do Estado da Paraíba (MPPB) vai analisar e investigar a coincidência de nomes e sobrenomes entre pessoas aprovadas em concursos públicos municipais e gestores (prefeitos, vice-prefeitos, secretários, presidentes de câmaras e vereadores) de 44 cidades paraibanas. A lista de nomes envolve 23 concursos públicos realizados pela Meta Consultoria e 21 pela empresa Exame Consultoria.

A lista com o cruzamento dos nomes foi elaborada pelos técnicos do serviço de inteligência do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB) e repassada no final da tarde da última terça-feira (3) para o Ministério Público do Estado, durante um encontro entre o procurador-geral de Justiça, Oswaldo Trigueiro do Valle Filho, com os conselheiros Fernando Catão e Fábio Nogueira, respectivamente, presidente e vice-presidente do TCE.

“O recebimento desse material vai gerar uma série de análises. Porque são indícios de irregularidades dentro de concursos feitos pelas empresas que estão sob investigação”, afirma Oswaldo Filho, acrescentando: “E o interessante é que são vários os concursos em que os nomes e sobrenomes de pessoas, que à época eram gestores públicos, quer seja na qualidade de prefeitos, vice-prefeitos, secretários, vereadores, presidentes de câmaras, coincidem com pessoas aprovadas”.

 Fonte Assessoria MPPB 

 

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