
Comunidade Pinheirinho
O que fazer?
Pinheirinho é uma comunidade, mas para a mídia é uma favela.
E se fosse uma favela, qual é o problema?
Simples.
É que a mídia está sempre associando o nome favela ao banditismo.
E nós sabemos que isso não passa de uma mentira deslavada produto de mentalidade de quem ainda vive na Casa Grande.
São mais de 3 mil brasileiros que foram brutalizados, vítimas da omissão do poder público.
Brasileiros que trabalham, têm filhos na escola, gente honesta, ao contrario do suposto proprietário do terreno, que coleciona um rosário de processos.
No Brasil e no exterior.
Já foi até preso.
No Brasil e no exterior.
E a crônica policial que ele possui rios de dinheiro.
Imaginem quantas mãos não foram irrigadas...
Mas agora que o despejo é um fato consumado, o que podem fazer os moradores da comunidade Pinheirinho?
1- Acampar diante da casa do prefeito de São José dos Campos;
2- Acampar diante da porta do judiciário;
3- Acampar diante da casa do governador;
4- Acampar diante das escolas onde seus filhos estudavam ou estudam;
5- Enviar relatório à OEA e à ONU;
6- Enviar relatório ao Vaticano.
E aqui o leitor pode acrescentar quantos exemplos mais de manifestação que julgar importantes.
Afinal uma comunidade com mais de 3 mil trabalhadores merece respeito.
Transformar 3 mil cidadãos em sem-teto, realmente não é para qualquer governador, prefeito ou juiz.
O que pode acontecer agora?
Irã
| O QUE ESTÁ POR DETRÁS DO EMBARGO EUROPEU |
Não só as vastas reservas de energia e recursos naturais do Irã atiçam a cobiça dos dirigentes dos países economicamente impotentes da união européia assim como do líder delas todos os Estados Unidos. Sabemos que sempre foi essa cobiça de mãos dadas com a debilidade econômica que esteve por detrás das guerras ilegais dos últimos vinte anos, a última das quais a da Líbia. Agora temos que os caminhos que levam à Moscou e a Pequim passam por Teerã, capitais essas localizadas respectivamente na Rússia, China e Irã. O que se tem passado em relação às atitudes ocidentais agressivas dos últimos anos em relação à Síria e ao Irã enquadra-se também num ramo de maiores considerações políticas geo-estratégicas. [1] No estudo apresentado em [1] considera-se que os caminhos que levam à Moscou e à Pequim passam por Teerã do mesmo modo que os caminhos que levam à Teerã passam por Damasco na Síria, Bagdá no Iraque e Beirute no Líbano. Ressalta-se que os Estados Unidos querem controlar o Irã por razões políticas e econômicas assim como para satisfazer as suas próprias necessidades de energia. Eles querem também poder controlar a forma de pagamento da exportação do petróleo do país. Querem que o pagamento das exportações de petróleo do Irã seja feita em dólares. Isso é para que o uso global e contínuo do dólar nas transações internacionais seja mantido e não dilapidado, como tem sido nos últimos tempos. Lembramo-nos que o uso do dólar como moeda de pagamento internacional é uma das duas pernas em que o controle americano sobre o mundo se sustenta, apesar dos pesares. Digo apesar dos pesares porque o dólar não tem valor nenhum por si mesmo. Poderia e deveria ser trocado por sistemas de pagamento mais condizentes com a realidade de 2012 e não condizente com a realidade de 1945, como é o caso. A outra perna em que o poder americano sobre o mundo se sustenta é a força militar. Controlando o Irã através de um regime de marionetes posto no poder através de uma guerra dirigida pelos Estados Unidos e executada pelos seus aliados (como foi o caso na Líbia e como estão ameaçando a fazer na Síria) Washington também estaria a pôr uma corda no pescoço da China. Essa corda deveria ser apertada ou afrouxada de acordo com os interesses norte americanos, dando a eles o controle da segurança energética da China. Se a China não se comportasse de acordo com os interesses americanos lá estariam eles a estripá-la através do estripamento do fornecimento do petróleo. Estripamento esse que seria garantido pelas marionetes estabelecidas no Irã ao custo do sangue de muitos milhares e milhares de inocentes no Irã e no Oriente Médio, assim como à custo de uma destabilização econômica no mundo inteiro, se não por uma catástrofe global. É fato de conhecimento geral que a ameaça de guerra aberta que vemos hoje é uma continuação dos acontecimentos desencadeados por ações encobertas há já uns anos. Essas ações encobertas incluem serviços de informação específica, ataques e vírus cibernéticos, grupos militares secretos, espiões, assassinos, agentes de provocação e sabotadores agindo contra o Irã em favor dos interesses ocidentais. O seqüestro e assassinato de cientistas iranianos e de comandantes militares é de conhecimento público. Sabe-se de diplomatas iranianos seqüestrados no Iraque e de iranianos visitando a Arábia Saudita e Turquia que foram detidos e seqüestrados. Sabe-se de oficiais sírios, assim como vários palestinos e representantes de Hezbolah que também foram assassinados. Ressalta-se que esses foram assassinados e não detidos e colocados perante um tribunal de justiça. Pressupõe-se que Israel tenha atacado o Líbano não só para exterminar ou pelo menos enfraquecer Hezbolah, mas também para estrategicamente ferir a Síria. É como dito, os caminhos que ferem a Síria vão através do Líbano. Os caminhos que estrategicamente ferem Irã vão através da Síria. Os caminhos que estrategicamente ferem ou afetam a Rússia e a China vão através da Síria e do Irã. Síria é o apoio e o eixo do bloco da resistência contra os abusos ocidentais na região. Essa resistência é apoiada pelo Irã. Há já cinco ou seis anos que os Estados Unidos seguido dos seus irmãos em armas tentam desligar a Síria do Irã. Essa tentativa vinha sido feita por esforços de seduzir a Síria. Sendo que a Síria não se deixou seduzir pelas ofertas ocidentais as tentativas de sedução já se transformaram em ameaças e preparações de guerra. Combater a Síria é combater o Irã. Esse é um ponto central a se ter em conta no contexto atual. A balança do poder e da influência política hoje na região tende a favor do Irã, mas nada enfraqueceria mais o Irã do que a perda da Síria. Há aqui cenários potenciais e devastadores. Iria o Irã manter-se passivo frente a um ataque à Síria, ataque esse liderado pelos interesses ocidentais? Podemos pressupor que não. Os Estados Unidos não desejam que esse potencial cenário veja a luz do dia. O que eles querem é atacar a Síria e depois atacar o Irã, não os dois juntos. Seria demais até mesmo para os EUA-EU-OTAN. Isso já para nem se mencionar a cadeia de acontecimentos a serem desencadeados imprevisivelmente. A marcha para uma guerra total e devastadora continua enquanto os Estados Unidos intensificam a guerra política e econômica da qual a decisão de embargo da União Européia só é um passo a mais. É uma marcha fúnebre dirigida por loucos falidos e letalmente armados. REFERÊNCIAS E NOTAS: [1] Mahdi Darius Nazemroaya, é sociólogo e autor consagrado especializado em questões do Oriente Médio e da Ásia Central. Tendo estudado e analisado em extenso a situação atual ele argumentou em favor do núcleo das idéias que aqui retransmitimos. Originalmente o núcleo sequencional das idéias e conclusões aqui apresentadas foram publicadas em “News”- “Obama´s Secret Letter to Tehran: Is the war against Irã on Hold? Em www.strategic-culture.org - Strategic Culture Foundation, Moscou. |
do Dia
| AS VERDADES DE CUBA |
EDITORIAL NOS últimos dias, a mídia e representantes de alguns governos tradicionalmente comprometidos com a subversão contra Cuba, desataram uma nova campanha de acusações, aproveitando inescrupulosamente um fato lamentável: o falecimento de um preso comum que, talvez, só no caso de Cuba, se converte em notícia de repercussão internacional. O método empregado é o mesmo de sempre, que pretende impor-se infrutiferamente, mediante a repetição, com o objetivo de satanizar Cuba, neste caso, a partir da manipulação deliberada de um acontecimento totalmente inusual em nosso país, diferentemente de outros. O denominado "preso político" cumpria uma sanção de quatro anos de prisão, após um processo justo, durante o qual esteve em liberdade e de um julgamento conforme ao direito, por ter golpeado de forma brutal e publicamente sua esposa, agredir os policiais e resistir violentamente a detenção. Esta pessoa morreu em decorrência de uma falha múltipla dos órgãos, associada a um processo respiratório séptico severo, apesar de haver recebido todo o atendimento médico necessário, incluídos os medicamentos e o tratamento especializado, na sala de cuidados intensivos do principal hospital de Santiago de Cuba. Por que algumas autoridades espanholas e da União Europeia se apressaram a condenar Cuba, sem tentarem, sequer, obter informação acerca do tema? Por que sempre e com antecedência, lançam mão da mentira, quando se trata de Cuba? Por que, além de mentirem, censuram a verdade? Por que à voz e à verdade de Cuba se nega, sem nenhum dissimulo, o mais mínimo espaço na mídia internacional? Age-se com grande cinismo e dupla moral. Que qualificativo eles dariam à brutalidade policial, vista recentemente na Espanha e na maior parte da "culta e civilizada Europa", contra o movimento dos "indignados"? Quem se preocupou pela dramática situação de amontoamento nos cárceres espanhóis, que albergam uma população penal imigrante muito alta, que ultrapassa 35% do total de réus no país, segundo o último relatório disponível do sindicato das prisões ACAIP, com data de 3 de abril de 2010? Quem se preocupou por investigar o falecimento, em julho de 2011, no centro penitenciário de Teruel, em Espanha, de Tohuami Hamdaoui, um preso comum de origem marroquina, que morreu após uma greve de fome voluntária que durou vários meses? Quem explicou que o detento tinha declarado sua inocência? Por acaso perdeu a memória e a noção da realidade o porta-voz chileno que nos calunia, quando afirma que o defunto era um dissidente político que se manteve 50 dias em greve de fome? Ele deve conservar lembranças de seus dias de líder estudantil, vinculado aos militares golpistas de Pinochet, que massacraram o povo e estenderam os desaparecimentos e a tortura a todo o Cone Sul, mediante o "Plano Condor", mas não se conhece nenhuma declaração dele acerca da brutal repressão contra os estudantes que se manifestam pacificamente em defesa do direito humano ao ensino universal e gratuito. Será que ele faz parte dos que quiseram rebatizar, nos livros escolares, a ditadura como regime militar? Ele terá dito alguma coisa acerca da repressiva e arbitrária Lei Antiterrorista, aplicada aos mapuches em greve de fome? Não podia faltar nesta campanha o governo dos Estados Unidos, principal instigador de qualquer esforço cujo objetivo seja desacreditar Cuba, com o único propósito de justificar sua política de hostilidade, subversão e bloqueio econômico, político e midiático contra o povo cubano. Impressiona a hipocrisia dos porta-vozes dos Estados Unidos, país que detém um péssimo recorde em matéria de direitos humanos, tanto dentro de seu território como no mundo. O Conselho dos Direitos Humanos das Nações Unidas reconheceu que nesse país ocorrem, diariamente, graves violações dos direitos da mulher, tráfico de pessoas, discriminação racial e contra minorias étnicas, condições desumanas nas prisões, desamparo dos detentos, um padrão racial diferenciado e frequentes erros judiciais na imposição da pena de morte, a execução de menores e enfermos mentais, os abusos do sistema de detenção migratório, as mortes na militarizada fronteira sul, os atos atrozes contra a dignidade humana e o assassinato de vítimas inocentes da população civil, por parte de efetivos do exército estadunidense no Iraque, Afeganistão, Paquistão e outros países, e as detenções arbitrárias e torturas perpetuadas no ilegal centro de detenção da base naval de Guantánamo que usurpa nosso território. Mal se conhece no mundo que, em novembro de 2011, nos Estados Unidos, três pessoas morreram em meio de uma greve de fome em massa de prisioneiros na Califórnia. Segundo os depoimentos dos presos das celas contíguas, os guardas não lhes ofereceram nenhum atendimento e, inclusive, de forma deliberada, fizeram ouvidos moucos de seus brados de auxílio, na contramão de sua prática abusiva de submeter os grevistas a alimentação forçada. Semanas antes, havia sido executado o afro-americano Troy Davis, apesar da copiosa evidência que demonstrava o erro judicial, sem que a Casa Branca nem o Departamento de Estado nada fizessem. Nos Estados Unidos, 90 prisioneiros já foram executados desde janeiro de 2010 até a atualidade, enquanto mais 3.222 réus esperam a execução no corredor da morte. Seu governo, aliás, reprime assiduamente e com brutalidade aqueles que se atrevem a denunciar a injustiça do sistema. Este novo ataque contra nosso país tem uma franca intenção política, que nada tem a ver com uma legítima preocupação pela vida das cubanas e cubanos. Fustiga-se com a cumplicidade de empórios financeiro-midiáticos, como o grupo Prisa e o que administra a CNN em espanhol, com o melhor estilo da máfia de Miami. Acusa-se de maneira irracional o governo de Cuba, que é culpado, sem sequer ter investigado, de forma mínima, a realidade dos fatos. Condena-se primeiro e julga-se, por acaso, depois. Neste caso, é evidente que nem as autoridades, que se referiram com imediatez e torpeza a este fato, nem o aparelho a serviço da agressão midiática contra Cuba, se deram ao trabalho de confirmarem a informação. Pouco importa a verdade se o que se pretende é fabricar artificialmente e vender uma imagem falsa de supostas violações flagrantes e sistemáticas das liberdades em Cuba, que um dia qualquer justifique uma intervenção, com o objetivo de "proteger cubanos civis indefesos". Torna-se evidente a intenção de impor uma matriz de opinião diabólica, encaminhada a mostrar uma deterioração sensível da situação dos direitos humanos em Cuba, construir uma suposta "oposição vitimizada que morre nos cárceres" onde, inclusive, lhe é negado o direito aos serviços de saúde. O mundo todo conhece a vocação humanista de nossos médicos e pessoal da saúde, que no escatima esforços nem os escassos recursos com que conta o país — em boa medida devido ao criminoso bloqueio que sofre nosso povo há mais de 50 anos — para salvar vidas e melhorar o estado de saúde de seu povo e de muitos outros, em todos os recantos da Terra. Cuba conta com o respeito e a admiração dos povos e de muitos governos que reconhecem sua obra social na Ilha e no mundo. Os fatos falam mais do que as palavras. As campanhas anticubanas não farão fraquejar a Revolução cubana e seu povo, que continuará aperfeiçoando seu socialismo. A verdade de Cuba é a do país onde o ser humano é o mais valioso: uma esperança de vida ao nascer de 77,9 anos, em média; uma cobertura de saúde gratuita para todo seu povo; um índice de mortalidade infantil de 4,9 em cada mil nascidos vivos, estatística que supera os padrões norte-americanos e é a mais baixa no continente, levemente inferior à do Canadá; toda a população alfabetizada e com pleno acesso a todos os níveis do ensino, de maneira gratuita; 96% de participação nas eleições gerais de 2008, um processo democrático de discussão das Diretrizes econômicas e sociais, prévio ao 6º Congresso do Partido. A verdade de Cuba é a do país que levou suas universidades e escolas aos centros penitenciários, nos quais os réus foram oportuna e imparcialmente julgados, recebem salário igual por seu trabalho e dispõem de elevados níveis de atendimento médico, sem distinção de raça, sexo, credo nem origem social. Mais uma vez, ficará demonstrado que a mentira, apesar de ser muitas vezes repetida, não necessariamente se converte em verdade, porque "um princípio justo, do fundo de uma gruta, pode mais do que um exército". Fonte: Granma |
Além disso, após morrer Wilman Villar Mendoza se torna “lutador dos direitos humanos para a imprensa imperialista.
Mais uma vez, pululam notícias na mídia burguesa internacional, reproduzidas aqui (1 2 3 4) por seus lacaios brasileiros, sobre a morte de um “dissidente” cubano.
As notícias dão conta da morte de Wilman Villar Mendoza, por greve de fome. Imediatamente seu nome foi colocado na categoria de “dissidente”, sendo que os mercenários conhecidos cubanos logo procuraram transformá-lo em um herói.
O imperialismo ianque também não perdeu tempo e considerou o falecido como um “lutador pelos direitos humanos”.
Comprovando o lamaçal de mentiras em que se mantêm o império e seus abjetos funcionários – os mercenários cubanos – a notícia não menciona um simples fato.
Por que este sujeito estava preso?
Teria ele protestado veementemente contra o governo cubano? Teria ele lançado notas contra a Revolução? Teria ele denunciado o ataque aos direitos humanos em Cuba?
Os mercenários logo disseram que a razão dos quatro anos de prisão incluiria desobediência, resistência e delitos contra o Estado. Mas não falam a causa verdadeira. O motivo de sua prisão é a simples e conhecida violência doméstica.
Bateu na mulher (acima a reprodução do laudo pericial das agressões), foi denunciado pela sogra e acabou sendo preso e condenado. Isto é, sua prisão não tinha qualquer caráter político.
“Rebelou-se” contra a cadeia, manteve uma greve de fome e, apesar dos cuidados que recebeu dos médicos cubanos, faleceu. Agora, virou herói da corja assassina de Miami e tantos outros lugares.
Percebam a informação trazida pela mídia, por intermédio do mercenário Farinas: “De acordo com os dissidentes, Villar era um opositor “ativo” desde o último mês de setembro, quando uniu-se à ilegal União Patriótica de Cuba”. Isto é, antes bandido, agora dissidente.
É assim, em Cuba, bandido vira “dissidente” e “lutador dos direitos humanos”.
Nota oficial do governo cubano sobre a morte de Wilman Villar Mendoza
Às 18h45min, do dia 19 de janeiro, em Santiago de Cuba, faleceu o preso comum, Wilman Villar Mendoza, no Centro de Terapia Intensiva do Hospital Clínica Cirúrgica Doctor Juan Bruno Zayas, devido à falência múltipla de órgãos, resultado de um processo de respiração séptico severo.
Essa pessoa havia sido transferida com urgência, em 13 de janeiro, do Centro Penitenciário Aguadores, para Hospital Provincial Saturnino Lora, ao apresentar sintomas de pneumonia grave, no pulmão esquerdo. Recebeu toda a atenção destinada a pacientes naquelas condições, que consistem, geralmente, na aplicação de ventilação e nutrição artificial, injeção de líquidos, produtos derivados do sangue, suporte com drogas vasoativas e antibióticos de largo espectro, de última geração.
O Hospital Cirúrgico Juan Bruno Zayas, onde faleceu, é um dos centros hospitalares de maior nível na região oriental do país e sua CTI conta com vasta experiência no atendimento a pacientes em estado grave.
Villar Mendoza residia em Contramaestre, província de Santiago de Cuba e estava cumprindo uma sentença de prisão, desde 25 de novembro de 2011, sob a acusação de desacato, atentado e resistência.
O fato pelo qual ele foi condenado deu-se durante um escândalo público em que agrediu e provocou lesões no rosto de sua esposa, diante do que sua sogra solicitou a intervenção das autoridades. Ao ser interpelado pelos policiais da PNR, resistiu e agrediu-os, sendo então preso.
Seus parentes mais próximos estavam cientes de todos os procedimentos que foram utilizados em seus cuidados, ademais reconhecem o esforço da equipe de especialistas que o tratou.
Em relação a este fato, as agências de notícias estrangeiras, em particular as de Miami, promovem uma campanha internacional difamatória, em conluio com elementos contrarrevolucionários internos, os quais apresentavam Villar Mendoza como um suposto “dissidente”, que falecera depois de fazer uma greve de fome na prisão. A este respeito, há abundantes provas e depoimentos que demonstra não se tratar de um “dissidente” e tampouco estar em greve de fome.
Wilman Villar, após cometer o crime, foi julgado em liberdade, quando começou a associar-se a elementos contrarrevolucionários, em Santiago de Cuba, acreditando que sua participação nos grupos mercenários lhe permitiria escapar à justiça.
Cuba lamenta a morte de qualquer ser humano; condena firmemente a manipulação descarada orquestrada por nossos inimigos; e saberá desmontar esta nova agressão, com a verdade e firmeza que caracteriza nosso povo.
Fonte: Limpinho e Cheiroso
Tradução: Robson Luiz Ceron
Solidariedade com o Pinheirinho; hoje mobilizações em todo o país
Domingo, 22 de janeiro de 2011. O país amanheceu estarrecido frente à informação de que a tropa de choque da Polícia Militar de São Paulo entrou no Pinheirinho para cumprir o mandato de reintegração de posse da área, ocupada por 6 mil pessoas há 8 anos.

Os moradores ainda dormiam quando as casas começaram a ser desocupadas pela ação da
Polícia Militar e da Guarda Civil de São José dos Campos/ Foto: Roosevelt Cassio/ Reuters
O terreno, localizado em São José dos Campos, a 87 km de São Paulo, é ocupado por essas famílias há 8 anos. Apesar de os moradores terem se preparado para resistir à desocupação, pouco pôde ser feito frente à ação de surpresa da polícia, que chegou ao local por volta das 6h.
A ação militar deixou um rastro de destruição no local. De acordo com o jornal do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e região, tratores enviados pela prefeitura destruíram a Capela Madre Tereza de Calcutá, construída pelos moradores. Também foi destruído o barracão onde aconteciam as assembleias, festas e reuniões da comunidade. O objetivo é demolir as mais de 2 mil casas erguidas no local.
A ação surpreendeu a todos e inclusive o governo federal, que esperava uma saída negociada para questão. "Ficamos sabendo hoje [domingo, 22]. A informação que eu tinha até ontem [sábado, 21] é que a Justiça Federal havia sustado [a decisão de reintegrar a posse]. Antes disso, havia um acordo para adiar por um prazo de 15 dias com o juiz da massa falida. Aí hoje (domingo) ficamos sabendo dessa situação. Assim que eu soube falei com o governador e o presidente do tribunal", declarou o ministro José Eduardo Cardozo.
O ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria-Geral da Presidência, afirmou ter estranhado o fato de o prefeito de São José dos Campos, Eduardo Cury (PSDB), ter desmarcado uma reunião sobre a ocupação na quinta-feira (19) passada.
Já o deputado Paulo Teixeira (PT) criticou o governo estadual comandado pelo tucano Geraldo Alckmin: "Ele se omitiu dessa situação. É uma ação que poderia ter sido evitada porque é uma disputa em torno de habitação", afirmou.
Improviso

Abrigo improvisado tinha lama e não havia colchões ou cobertores para as famílias que vão dormir no local / Foto:Julianna Granjeia/Folhapress
Além do efeito surpresa aos moradores, ao que parece o poder público também não estava preparado para o fato. As duas grandes tendas que foram armadas no Centro Poliesportivo do Campo dos Alemães para socorrer os moradores se encontram em condições precárias, de acordo com descrição da Folha de S. Paulo.
Uma delas tem um piso de madeira, mas a outra está enlameada devido à chuva que caiu na cidade neste domingo. Nos dois locais, há apenas algumas cadeiras para os desabrigados. De acordo com a reportagem, no local havia banheiros químicos, mas não colchões ou cobertores para aqueles que iriam pernoitar no local. Também faltava água e comida.
Violência
De acordo com a PM, 2 mil policiais, 220 viaturas, cem cavalos, 40 cães e 300 agentes da prefeitura participam da operação para retirar as famílias do Pinheirinho.
De acordo com a publicação sindical, o ajudante de pedreiro David Washington Castor Furtado, de 32 anos, ferido a bala durante a ação, poderá ficar paraplégico. Segundo relato da mãe de Furtado, Rejane Furtado da Silva, no momento em que foi baleado, ele tinha acabado de sair do Pinheirinho e carregava seu filho de 10 meses no colo.
Segundo médicos, ele corre o risco de ficar paraplégico. “Até agora o meu filho não está sentindo as pernas. É muita desgraça. A esposa dele, que viu tudo, está em estado de choque”, disse dona Rejane, que é categórica ao afirmar que a bala partiu da Guarda Municipal.
Mobilização

Manifestante, na Paulista, usa máscara com rosto do governador Geraldo Alckmin sujo de sangue
/Foto:Nelson Antoine/Fotoarena/AE
No domingo (22), cerca de 500 manifestantes, segundo estimativa da Polícia Militar, fecharam o sentido Consolação da Avenida Paulista em protesto contra a reintegração de posse da comunidade do Pinheirinho. Nesta segunda-feira (23) estão sendo planejados atos em diversas cidades do país em apoio aos moradores e contra a truculência do Estado. Confira:
São José dos Campos - às 9h, na Praça Afonso Pena
Belo Horizonte - 16h na Praça da Liberdade
Porto Alegre - 12h na Esquina Democratica
Belém - 09h na ALEPA
Brasília - 10:30 no gramado do Congresso Nacional
Teresina - 14h, Praça do Fripisa
Rio de Janeiro - 16h Largo da Carioca, Centro
Franca (SP) - 17h no Terminal de Ônibus
Curitiba - 17h na Boca Maldita
Londrina - 18h no Calçadão
Juiz de Fora - 17h no calçadão
Guarulhos/SP - 17h Praça da Matriz
Fortaleza - 17h na Rua 13 de maio
Macaé - 17h na Praça Veríssimo Melo
Entenda o imbróglio jurídico
Na última quarta-feira (18) à noite, houve um acordo entre a massa falida da empresa e os moradores do Pinheirinho. Foi acordado que haveria uma trégua de 15 dias, para um entendimento entre as partes envolvidas.
A questão da reintegração esteve envolta em uma disputa das competências entre magistrados federais e estaduais. No domingo (22) estavam em vigor duas determinações: a Justiça estadual determinava a desocupação da área, enquanto a federal determinava que nada fosse feito. Apenas à noite, após a operação, é que o Superior Tribunal de Justiça emitiu uma decisão liminar dizendo que a competência sobre a permissão de reintegração de posse era da Justiça Estadual.
A Justiça Federal envolveu-se na questão porque havia um projeto do governo federal para urbanizar a área.
Após o início da ação, moradores entraram com um pedido na Justiça Federal para que a reintegração parasse e os responsáveis pelo comando da operação fossem presos, por terem descumprido a ordem judicial.
Fonte: Da Redação do Vermelho ,com informações da Folha de S. Paulo e do jornal do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos
A Bíblia se contradiz: malditos Moabitas!
Vamos ver o que diz Deuteronômio 23:3-4
"Nenhum amonita nem moabita entrará na congregação do SENHOR; nem ainda a sua décima geração entrará na congregação do SENHOR eternamente. Porquanto não saíram com pão e água, a receber-vos no caminho, quando saíeis do Egito; e porquanto alugaram contra ti a Balaão, filho de Beor, de Petor, de mesopotâmia, para te amaldiçoar."
Ok, lembrem-se que Deuteronômio foi supostamente escrito por Moisés por inspiração do Espírito Santo de Deus (E.S. para os íntimos), que é perfeito e não pode errar. Pra quem não sabe, alugar Balaão equivale a chamar o capeta.
Agora voltemos um pouco na Bíblia pra comparar o que diz Números 22:6-7
"Vem, pois, agora, rogo-te, amaldiçoa-me este povo, pois mais poderoso é do que eu; talvez o poderei ferir e lançar fora da terra; porque eu sei que, a quem tu abençoares será abençoado, e a quem tu amaldiçoares será amaldiçoado. Então foram-se os anciãos dos moabitas e os anciãos dos midianitas com o preço dos encantamentos nas suas mãos; e chegaram a Balaão, e disseram-lhe as palavras de Balaque."
Opsss... parece que Moisés e o E.S. se esqueceram dos anciãos dos midianitas... e agora?
Quem é que não pode entrar na congregação, os midianitas ou os amonitas? De qualquer jeito os Moabitas estão proibidos.
Você deve estar se perguntando: ok o E.S. cometeu um pequeno deslize, mas e daí? Ah.... a coisa ainda vai ficar pior!
Adivinha quem é descendente dos Moabitas??? JESUS! Hahahaha... então ele não podia ter entrado na congregação do Senhor? Nem ele e nem o Rei David. Hahaha... a Bíblia é uma piada.
A prova:
Rute: 4:10
"E de que também tomo por mulher a Rute, a moabita,"
Rute 4:13-22
"Assim tomou Boaz a Rute, e ela lhe foi por mulher; e ele a possuiu, e o SENHOR lhe fez conceber, e deu à luz um filho. (...) E deram-lhe o nome de Obede. Este é o pai de Jessé, pai de Davi."
Veja que Boaz cometeu um crime muito sério ao tomar Rute, segundo Neemias 13:23, 25
"Vi também naqueles dias judeus que tinham casado com mulheres asdoditas, amonitas e moabitas. E contendi com eles, e os amaldiçoei e espanquei alguns deles, e lhes arranquei os cabelos,"
Que coisa feia... rolou até baixaria... mas não adiantou.
Pra piorar ainda mais as coisas pra Jesus, além da tataravó Moabita, ele tinha uma outra bisavó Amonita:
1 Reis 14:21 "E Roboão, filho de Salomão, reinava em Judá; de quarenta e um anos de idade era Roboão quando começou a reinar, e dezessete anos reinou em Jerusalém, na cidade que o SENHOR escolhera de todas as tribos de Israel para pôr ali o seu nome; e era o nome de sua mãe Naamá, amonita."
E agora a genealogia de Jesus, pra fechar:
Mateus 1:1, 6, 7, 17
"Livro da geração de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão. (...) E Jessé gerou ao rei Davi; e o rei Davi gerou a Salomão da que foi mulher de Urias. E Salomão gerou a Roboão; e Roboão gerou a Abias; e Abias gerou a Asa; (...) De sorte que todas as gerações, desde Abraão até Davi, são catorze gerações; e desde Davi até a deportação para a babilônia, catorze gerações; e desde a deportação para a babilônia até Cristo, catorze gerações."
SiSTEMA DE ESPIONAGEM GLOBAL I
Hoje, o Pentágono é o maior cliente da Microsoft no mundo.
Um pequeno exemplo do poderio do Echelon: Iyad Hardan, 30 anos, dirigente militar do Jihad Islâmico, foi localizado no norte da Cisjordânia e morto por um explosão quando utilizava um telefone público.
Outro palestino, Yahya Ayyash, do Hamas, teve o mesmo fim. Seu telefone celular explodiu quando fazia uma ligação.
O assassinato desses dois palestinos foi um favor prestado aos dirigentes israelenses, defensores incondicionais do Echelon.
Foi também um recado a organizações não-governamentais como as pacifistas Anistia Internacional, Ajuda Cristã, Médicos-Sem-Frontreiras e Repórteres do Mundo, entre outras, que não gozam da simpatia do Pentágono.
Além da sede central em Fort Meade, o Echelon possui bases em Yakima (200 quilômetros a sudoeste de Seattle) e Sugar Grove (250 quilômetros a sudoeste de Washington). Fora dos Estados Unidos, opera no Canadá, em Morwenstow (Cornualha britânica), Waihopai (Nova Zelândia) e Geraldton, no Oeste da Austrália. Daí o sugestivo título de "rede de espionagem dos anglo-saxões".
O Echelon possui a capacidade de decodificar e gravar mais de dois milhões de conversas políticas, industriais e pessoais por hora em qualquer lugar do planeta.
Existem palavras-chave que, ao ser captadas, são encaminhadas a computadores de decodificação, denominados "dicionários Echelon".
O Sistema de Espionagem Global

Esta rede, controlada pelo Sistema Echelon, através de 120 satélites Vortex, intercepta todo tipo de comunicações que utilizam instrumentos eletrônicos e digitais as comunicações telefônicas, o fax e o correio eletrônico) em todo o mundo.
A capacidade de interceptação de comunicações privadas e de obter informações políticas ,econômicas, tecnológicas e comerciais é de 2.000 milhões de informações por dia. Seus objetivos não são somente políticos, para a segurança do Estado e contra possíveis atividades terroristas e subversivas, más também econômicas na competição no livre mercado internacional.
A Líbia de Kadafi que não se pode conhecer

Em 1951, antes de Kadafi libertar a Líbia de uma monarquia corrupta apoiada pelo governo dos Estados Unidos da América e Inglaterra, o país era o mais pobre do mundo.
Depois de quatro décadas de Kadafi, antes da invasão da Otan neste ano pela máquina de guerra dos EUA, França, Inglaterra, Itália, Canadá, Qatar etc (40 países macomunados na Otan) a Líbia tinha o IDH (índice que mede a qualidade de vida do povo) mais alto da África, mais alto que a Rússia, Brasil e Arábia Saudita.
A eletricidade era gratuita para todos. A casa era considerada um “direito da humanidade”, e todos recebiam casas ou apartamentos gratuitos, fornecidos pelo governo da Jamahiriya Líbia (poder popular). Os recém casados recebiam do governo um valor aproximado a 50 mil dólares para comprar uma casa ou apartamento. Todos os empréstimos em bancos estatais cobravam 0% de juros.
Kadafi prometeu que todos teriam uma casa antes que sua própria mãe a tivesse.
Antes de Kadafi, somente 5% do povo líbio sabia ler e escrever. Com Kadafi a educação era gratuita, do maternal à universidade, milhares de estudantes líbios estudavam no exterior financiados pelo governo, e o nível de alfabetização ultrapassa 83%.
A assistência médica, hospitais e remédios eram todos gratuitos. Ao comprar um veículo, o governo líbio oferecia 50% do valor como contribuição ao comprador. O preço do galão de gasolina na Líbia era de 14 centavos de dólar. Qualquer líbio que quisesse ser agricultor recebia do governo terra, animais, sementes, adubos, equipamentos agrícolas.
No dia 1 de julho, quase 2 milhões de líbios marcharam na Praça Verde para protestar contra os ataques terroristas da Otan, ou seja, 95% da população de Trípoli saiu às ruas para repudiar a Otan e apoiar Kadafi, mas isto a mídia ocidental mercenária não divulgou. O país conta com apenas 6 milhões de habitantes.
O Banco Central da Líbia poertence ao povo da Líbia, e não ao Banco Rotchild (que comanda o FED norte-americano). A moeda líbia não tinha dívidas, tinha lastro em ouro, e o país não fazia parte do FMI.
Quando Kadafi decidiu recusar o dólar como moeda nas transações de petróleo (exatamente como Sadam Hussein fez antes do Iraque ser invadido), o presidente Sarkozy declarou à imprensa mundial que a decisão era uma grande perigo para as finanças mundiais. Sarkozy temia que este passo teria consequências de longo alcance para os bancos franceses que de qualquer forma já estavam com perturbações e que não sobreviveriam à retirada dos milhares de milhões do petróleo líbio. E se bancos franceses entrassem em colapso, a França não seria capaz de participar mais nos Fundos de Resgate Europeus, os quais também fracassariam. Haveria uma cadeia de reações que poriam em perigo a continuação do euro e toda a zona euro.
O primeiro ato dos rebeldes líbios foi criar um Banco Central de propriedade dos banqueiros Rothchild, cujos proprietários, uma família de judeus sionistas, é metade de metade da riqueza no mundo.
Kadafi não vendeu o seu povo e o seu país ao banco Rothchild, como fez Obama nos EUA, Sarkozy na França, Cameron na Inglaterra.
Os bancos são as verdadeiras sanguessugas do mundo: não produzem nada e ficam com a maior parte dos lucros na indústria e na agricultura.
Sem a tirania dos bancos, liderados pelos Rothchilds, os países teriam mais riquezas e haveria menos fome, miséria e violência no mundo.
O novo aeroporto de Trípoli que estava sendo construído pela brasileira construtora Odebrecht seria o maior e mais moderno aeroporto do mundo. Nos últimos anos, a construção civil na Líbia deu um salto estratosférico e o país registrou crescimento de anual de 12%, mas a mídia ocidental não estava interessada em divulgar.
A Líbia apoiava com médicos, remédios e dentistas diversos países africanos. O país fundou a União dos Países Africanos, uma entidade que foi perseguida pelos governos imperialistas do ocidente desde a sua fundação. Presidentes foram subornados para não participar da União Africana, mas com a tenacidade e perseverança de Kadafi, a entidade foi criada e hoje é o elo de ligação entre todos os povos e nações da África.
Mais de 60.000 líbios foram assassinados pelos bombardeios da Otan e ataques de rebeldes e mercenários, com o único objetivo de roubar as riquezas do país, através de um governo fantoche dos imperialistas e sionistas.
Kadafi escreveu o Livro Verde – A Terceira Teoria Universal, denunciando a “democracia” como algo falso e ditatorial. Na democracia como a conhecemos, o povo elege substitutos, mas não há substitutos para o poder popular. Ao eleger pelo voto, o e eleitor está dando uma “carta branca” para políticos corruptos que formam verdadeiras quadrilhas de assaltantes em todos as esferas de poder.
Não podemos nos calar quando uma união criminosa de governantes corruptos assassinam uma nação inteira, a Líbia, um país próspero que praticava justiça na forma de governo.
A imprensa ocidental, que não passa de comércio vil, continua sua escalada de mentiras contra a Líbia e contra Kadafi, cuja morte revelou a verdadeira face do “novo” governo.
Na continuidade das mentiras diárias publicadas pela mídia ocidental, temos a “notícia” de que Kadafi teria enviado mais de 200 bilhões de dólares para o exterior. A manchete em todos os jornais induz a leitor a crer que o dinheiro foi roubado do povo líbio e depositado em contas particulares de Kadafi e seus filhos. Mas a mentira não se sustenta nem mesmo em poucas linhas. Citando o jornal New York Times, um comentarista afirma que o governo norte-americano está surpreso com o volume de dinheiro depositado no exterior por Kadafi, e na Europa o valor superava 30 bilhões de euros.
Este montante fabuloso de dinheiro – devidamente congelado pelos países que atacaram a Líbia – está em nome de quem? As contas estão em nome de quem? De Kadafi e de seus filhos? Não. Estão em nome do Banco Central da Líbia, Autoridade de Investimento da Líbia, Banco Líbio de Negócios Estrangeiros, Corporação de Petróleo Líbio e Pasta de Investimentos da Líbia (a fonte é o próprio NYT). Portanto, o dinheiro é – e sempre foi – do povo líbio, e deveria ser devolvido a ele. Não é dinheiro roubado pela família Kadafi, como tentam fazer crer algumas autoridades canalhas que cantam vitória na Líbia, mas é dinheiro honesto, honrado, legítimo, roubado do povo líbio pelos governos estrangeiros que prometem liberar os valores depositados à conta-gotas, desde que o “novo” governo obedeça fielmente as ordens dos Rothchilds.
O imperialismo e o "anti-imperialismo" dos tolos
por James Petras
Um dos grandes paradoxos da história são os políticos imperialistas que apregoam estarem empenhados numa grande cruzada humanitária, um "missão civilizadora" histórica destinada a libertar nações e povos, enquanto praticam as mais bárbaras conquistas, guerras destrutivas e banhos de sangue em grande escala de povos conquistados de que há memória histórica.
Os EUA apoiaram "bases" de jihadistas armados para libertar a "Bósnia" e armaram as "bases" terroristas do Exército de Libertação do Kosovo para despedaçar a Jugoslávia. Quase toda a esquerda ocidental alegrou-se quando os EUA bombardearam Belgrado, degradaram a economia e afirmaram estarem a "responder a um genocídio". O "livre e independente" Kosovo tornou-se um enorme mercado de escravas brancas, passou a abrigar a maior base militar dos Estados Unidos na Europa, com a mais elevada migração per capita de qualquer país da Europa.
Pense Nisso
Vamos esclarecer uma coisa e colocar um ponto final nessa história de que há governos bons e governos maus.
O que há são corporações com interesses distintos.
Elas decidem quem serão os governantes.
E todos esses governantes, sejam de “esquerda” ou de “direita” são escolhidos apenas dar sobrevida ao sistema.
Essa é a única razão de sua existência.
É verdade que alguns são brutais, outros nem tanto, mas visam a mesma coisa.
A frase mais ridícula do ano passado foi a tal de “primavera árabe”.
Uma frase lamentável, que não significa absolutamente nada, mas serve para amainar os espíritos.
Países árabes não existem.
Existem países de língua árabe.
Assim como existem países de língua espanhola, inglesa ou francesa.
Seus governantes nada mais são do que servos das corporações.
Elas é quem decidem quem será o governante de plantão.
Seja qual for a sua “ideologia” ou “religião”.
Ideologia e religião tornaram-se duas abstrações altamente manipuláveis.
Os países de língua árabe são países como os demais, com governantes como os demais e com ditaduras que em nada diferem dos demais.
Ou alguém acha que há alguma diferença, de fato, entre o capitão-do-mato que governa os Estados Unidos e os governantes da Arábia Saudita?
Ou dos governantes do Golfo?
Ou dos governantes europeus?
A única diferença é que Estados Unidos e Europa sabem manipular muito bem a mídia e a indústria de entretenimento.
Tirem isso deles e vejam o que sobra.
Uma repressão brutal da qual ninguém escapa.
Desde a aurora da História tem sido assim.
E se antes utilizavam a religião para domesticar, hoje eles usam a mídia e a industria de entretenimento.
Pense nisso.

Na segunda-feira, o governador de São Paulo
Geraldo Alckmin (PSDB/SP) levou, como convidado especial, o deputado Paulo Maluf (PP/SP) até a cidade de Campos de Jordão, para a solenidade simbólica de sanção da lei que cria a Região Metropolitana do Vale do Paraíba.
Ambos fizeram discursos solenes no palanque para uma platéia de prefeitos e vereadores candidatos á reeleição em outubro.
Maluf, embasado em seu conceito muito peculiar de "ética" na política, elogiou Alckmin como "exemplo de ética... Ética que infelizmente não vemos em outros setores desse País" (nas palavras de Maluf).
Um elogio destes é de arregalar os olhos de qualquer Procurador da República zeloso de seus afazeres.
Mas faz sentido. Maluf está respondendo processo no STF por desvio de dinheiro público da Prefeitura de São Paulo para o paraíso fiscal da Ilha de Jersey. Alckmin tem muito o que explicar sobre as propinas para tucanos paulistas, da Alstom e Siemens. Da Privataria Tucana falaremos abaixo, quando José Serra entrar no assunto.
Maluf também lançou Alckmin à presidência em 2018 e lembrou que o conhece de longa data, desde quando era governador na ditadura (1979-1982), e o jovem prefeito de Pindamonhangada da época era Geraldo Alckmin, com quem mantinha relações amistosas.
Alckmin aparelhou o CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo)
loteando o órgão para um apadrinhado de Maluf. O órgão já virou escândalo, com a
construção de novos conjuntos habitacionais em áreas de enchentes.
Alckmin já orientou a bancada tucana a manter boa relação com o PP de Maluf, agora que o principal aliado dos tucanos, o DEMos, está fragilizado, com a virada-de-casaca de Kassab, ao criar o PSD, adesísta ao governo Dilma e que já se oferece para apoiar o PT na eleição municipal paulistana.
Na terça-feira,
Alckmin prestigiou outro político enrolado com escândalos, José Serra (PSDB/SP), que também tem muitas afinidades "éticas" com Maluf, como revela o livro "A Privataria Tucana".
Alckmin levou Serra para inaugurar um laboratório de oncologia em um hospital paulista.
Sem um demo-tucano viável para disputar a Prefeitura de São Paulo, Alckmin quer Serra como candidato, mesmo com a Privataria Tucana, mesmo com o risco de Serra ser enquadrado na lei da ficha-suja, e mesmo que seja para perder. Qualquer votação acima de 10% de Serra já seria melhor do que uma votação abaixo de 5% de um tucano pouco conhecido. E a derrota de Serra sepultaria de vez suas ambições, deixando o caminho totalmente livre para a liderança hegemônica de Alckmin.
Nesse cenário, onde interessa a Alckmin lançar candidatos com alta rejeição para perder por menor diferença, não seria surpresa se, no bastidores do laboratório inaugurado, tenha sido lançado o balão de ensaio da chapa encabeçada por Serra tendo Maluf como vice (apesar do pesadelo que qualquer destes dois nomes representa para qualquer marqueteiro demo-tucano). Os Amigos do Presidente Lula.
Fonte: Terror do Nordeste.
Aécio Neves (PSDB/MG) escreveu um artigo na Folha de São Paulo, na segunda-feira, sobre a tragédia das chuvas, onde pergunta a certa altura:
A pergunta que precisa ser feita a todo governante não é "por que não resolveu tudo antes?", mas, sim, se fez, no seu tempo, tudo o que estava ao seu alcance.
O objetivo do demo-tucano era atacar o governo federal, tirando a responsabilidade dele e de seus pupilo Anastasia (PSDB/MG).
Mas a melhor resposta à pergunta dele aparece nas fotos abaixo:
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Prioridades de Aécio: R$ 1,5 bi em Centro Administrativo. O gabinete do Palácio do Governador tem o tamanho de 5 quadras de volei e heliponto. Perto dali, o abandono: Mangabeiras sofre com deslizamentos, e Brumadinho debaixo d'água. |
Aécio foi um governador medíocre de Minas.
Atribuía como sua grande obra um tal de "choque de gestão". A velha imprensa local cobria de elogios falando das maravilhas do "choque de gestão".
O povo não consegue ver que "maravilha" é essa que a velha imprensa tanto propagandeia. Com o "choque de gestão" o povo sente doer no bolso o alto ICMS sobre a conta de eletricidade e do telefone, sobre o IPVA de Minas (dos mais caros do Brasil). O professor da rede estadual sente doer no contra-cheque arrochado. O aluno sente na falta de professores de química, física e matemática. O enfermo no sucateamento dos hospitais públicos. O cidadão sente nas enchentes, por falta de planejamento habitacional e de infra-estrutura de drenagem.
Enfim, é complicado para a biografia de um político passar oito anos governando um estado, e quando alguém lhe pergunta o que fez, só ter para responder "choque de gestão".
Então Aécio precisava de um marco que ele pudesse chamar de seu.
Sem luz própria, pensou em imitar JK, contratando o mesmo Oscar Niemeyer que projetou a Pampulha e Brasília, para projetar algo que pudesse ser um marco, um cartão postal.
Leonel Brizola, quando foi governador do Rio de Janeiro, encontrou nas gavetas um projeto antigo para mudar a sede do governo e secretarias do centro da cidade para a Barra da Tijuca. Ficou engavetado.
Preferiu encomendar ao mesmo Niemeyer projeto dos Brizolões (CIEPs - escolas de tempo integral). Entre eles, um é cartão postal: o Sambódromo. Fora do carnaval, aquilo que vemos na TV como camarotes são salas de aula para as crianças e adolescentes.
O Rio nunca sentiu falta do centro administrativo que nunca foi feito até hoje, e ninguém cogita fazê-lo. Mas, o Rio não seria o mesmo sem o Sambódromo e sem os CIEPs (apesar do implacável boicote e ataque da elite ao projeto, capitaneada pelas Organizações Globo).
Aécio poderia ter deixado sua marca encomendando a Niemeyer um grande centro escolar, ou um campus universitário, ou um centro hospitalar de referência, ou um belo conjunto habitacional para milhares de famílias que sairiam de áreas de risco.
O tucano fez a pior escolha que poderia fazer. Em vez de seguir Leonel Brizola e construir algo que houvesse carência, como escola, hospital ou moradia, construiu um bilionário Centro Administrativo faraônico, que estava longe de ser prioridade. Se uma ou outra secretaria de estado estivesse mal instalada, uma reforma ou mudança pontual resolveria, sem a necessidade de mudar tudo.
Como agravante, Aécio tem uma concepção errada da vida que pulsa em uma cidade. Enquanto a maioria das metrópoles mundiais fazem tudo para revitalizar sua área central, Aécio esvazia o centro de BH. Não adianta querer criar centros culturais lá, sem o vai-e-vem dos funcionários e transeuntes que trabalhavam no centro. São eles que ajudariam a dar vida e frequência aos centros culturais e ao comércio de rua. Sem esse movimento, o centro se esvazia, o comércio degrada, afastando a população cada vez mais acostumada a ir para os shoppings-centers.
Coisas como a cracolândia de São Paulo surgiu do esvaziamento da área central da cidade, que se tornaram degradadas. Coincidentemente, onde está a cracolândia paulistana hoje já foi sede do governo paulista, antes de mudar para o Palácio dos Bandeirantes.
Neste início de ano, a população da região metropolitana de Belo Horizonte sofre bastante com as enchentes (o interior do estado sofre mais ainda). Se os R$ 1,5 bilhões gastos no faraônico Centro Administrativo fossem usados para reassentar moradias, milhares de famílias mineiras que estão sofrendo hoje, estariam vivendo felizes em residências seguras.
Lula sempre disse que sua popularidade crescia porque fazia o óbvio, coisas que outros governantes deixaram de fazer. Será por que é tão difícil para políticos demo-tucanos enxergarem o óbvio?.Os Amigos do Presidente Lula
Fonte: Blog Terror do Nordeste.
Há resistências de estados e municípios contra reajuste de 22
Sob pressão de governadores e prefeitos, o Ministério da Educação (MEC) ainda não anunciou o novo valor do piso salarial nacional dos professores da rede pública, que entra em vigor neste mês.
O reajuste enfrenta forte resistência de estados e municípios, que são contrários ao aumento de 22% previsto em lei e que elevará o piso nacional para R$1.450 mensais. Às vésperas de deixar o MEC para disputar a prefeitura de São Paulo, o ministro Fernando Haddad reuniu-se ontem com a presidente Dilma Rousseff em busca de uma saída.
O encontro no Planalto durou cerca de três horas e terminou sem anúncio oficial. Mas quem acompanhou a reunião diz que tudo caminha para que a atual fórmula de reajuste seja seguida, o que significará um aumento de 22%. Neste caso, o índice deverá ser anunciado nos próximos dias por Haddad. Ele deverá deixar o governo na segunda quinzena de janeiro.
O governo federal faz a interpretação da lei, e aponta o valor a ser adotado como piso nacional, mas cabe aos estados e municípios decidirem o índice do reajuste. A demora do MEC em anunciar um aumento previsto em lei é reveladora da resistência de estados e municípios.
A lei que instituiu o piso nacional dos professores do ensino básico prevê reajustes anuais, sempre em janeiro, com base na variação do valor mínimo por aluno do Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). Ocorre que, em 2008, o próprio governo enviou projeto de lei ao Congresso propondo mudar a fórmula.
O projeto atendia ao pleito dos estados e substituía o valor por aluno do Fundeb pela inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que registrou elevação de 6,08% em 2011. Essa proposta esteve a ponto de ser aprovada em dezembro. Se isso tivesse acontecido, o aumento do piso seria de 6,08%.
Fonte: Blog do Damasio.
'Um dos grandes enigmas da cultura política brasileira é o menosprezo à função de educador. Houve um tempo em que os professores eram respeitados dentro e fora da sala de aula'', diz Sílvia Laporte
Em meio a tanta reportagem sobre as tragédias provocadas ultimamente pelas chuvas que não param de cair, uma boa notícia: o ministro da Educação, Fernando Haddad, que deve deixar o ministério em breve para disputar a Prefeitura de São Paulo nas eleições deste ano, anunciou que planeja aumentar o piso salarial nacional dos professores brasileiros em mais ou menos 20%. Se a principal intenção dele é conquistar votos entre os profissionais do setor, como acreditam os cínicos, não importa.
Fato é que num período em que a maioria das categorias de trabalhadores mal conseguem repor a perda de poder de compra provocada pela inflação, se o índice anunciado for realmente aplicado o piso dos professores da rede pública vai subir de R$ 1.187 para R$ 1.448. Pouco, ainda, diante dos salário de aspones espalhados por gabinetes da administração pública de todo o país, cujas tarefas ninguém sabe ao certo quais são. No entanto, pouco é melhor do que menos ainda.
Um dos grandes enigmas da cultura política brasileira é o menosprezo à função de educador. Houve um tempo, nem tão distante assim, em que os professores eram respeitados dentro e fora da sala de aula.
Aluno respondão, malandro ou bagunceiro enfrentava consequências que iam de um pito bem dado no calor do momento ao envio do indisciplinado para a diretoria, pavor dos pavores, porque essa medida representava, infalivelmente, bilhetinho para casa, comunicado do malfeito do filho que deveria voltar assinado.
Como os pais também respeitavam os mestres, somente em raros casos iam ao colégio para questionar eventuais medidas disciplinares. E assim, trabalhando juntas, escola e família não só garantiam que a garotada aprendesse matemática, português, história e geografia como lhes ensinavam valores éticos e de boa convivência.
É difícil entender por que a situação se deteriorou tanto nas últimas cinco ou seis décadas. A verdade, porém, é que o achatamento dos salários é apenas um dos aspectos da questão.
A Educação é direito constitucional de todo cidadão brasileiro e, nesse sentido, o Brasil avançou muito. Tornar prioridade levar as crianças para a escola é uma política das mais acertadas. No entanto, apesar da universalização do ensino básico no país, o setor não é valorizado nem por políticos, nem por usuários.
De um lado estão os chamados analfabetos funcionais, vítimas de um sistema que nivela por baixo, confundindo a eventual necessidade de repetir o ano com um ataque à autoestima do aluno. Sem desafios não há conquistas e, nesse caso, tanto alunos quanto professores (com as honrosas exceções de praxe) se acomodam.
Do outro estão as tais classes privilegiadas, que pagam caro pela Educação dos filhos. Para eles (ou boa parte deles), é um absurdo que um profissional mal pago se ache no direito de julgar o desempenho intelectual da sua prole (dos comportamentos sociais é melhor nem falar), criada com tudo de bom que o dinheiro pode comprar.
Os 20% de aumento no piso dos professores não passam nem perto de resolver a situação. Servem, porém, para sinalizar que as autoridades federais estão dispostas a prestar mais atenção no setor (ou pelo menos é para isso que a gente torce).
Num primeiro momento, o aumento pode afastar, pelo menos por uns tempos, as ameaças de greves de professores, que tanto prejudicam os alunos. Bom seria, porém, se fosse apenas uma pequena prova da opção por uma política contínua e duradoura da valorização da carreira. Sonhar ainda não paga imposto. (Sílvia Laporte, interina).
Há resistências de estados e municípios contra reajuste de 22%
Fonte: Blog do Damasio
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